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GUIA PRÁTICO

Funil de matrícula: como identificar candidatos parados

Use etapas, tempo e histórico de atendimento para escolher onde agir antes de criar outra campanha.

Por Equipe ZapConnector · · 2 min de leitura

Tela real com dados fictícios de demonstração. Toque ou clique para ampliar.

Uma etapa cheia não explica a causa

Um grupo grande em uma etapa pode representar uma entrada recente de candidatos, um problema de atualização ou uma dificuldade real do processo. Antes de tratar o volume como gargalo, confira quando a base foi atualizada e há quanto tempo as pessoas estão naquela situação.

Também vale separar cursos e unidades quando o volume permitir. Um problema concentrado em um polo pode desaparecer na média da rede, enquanto uma campanha geral atinge pessoas que não precisam daquela orientação.

Combine três perguntas

A etapa indica a situação registrada; o tempo sugere prioridade; o atendimento mostra o que já foi conversado. A combinação evita abordar como novidade algo que a equipe já está resolvendo.

  • Onde a pessoa está no processo?
  • Há quanto tempo ela permanece nessa etapa?
  • Qual foi a última conversa e quem é responsável?

Transforme o grupo em uma ação específica

Se a dificuldade for documentação, prepare orientação sobre o próximo documento ou sobre onde conferir a pendência. Se a pessoa aguarda uma decisão interna, encaminhe a questão ao setor responsável. Nem todo gargalo se resolve com uma mensagem automática.

No ZapConnector, a Jornada permite abrir os contatos de uma etapa e preparar uma campanha a partir do grupo. Revise a lista antes de ligar o envio e confirme se o modelo conversa com a situação selecionada.

Planilhas exigem atenção à atualização

Quando a origem é uma base manual, o painel depende do próximo arquivo para refletir mudanças. Uma pessoa pode ter concluído a etapa na instituição e continuar aparecendo como pendente na planilha anterior.

Estabeleça um responsável e uma frequência para atualizar os dados antes das campanhas. Registre a data de referência dos relatórios usados na análise e evite comparar cortes diferentes como se fossem o mesmo momento.

Meça movimento sem prometer causalidade

Depois da ação, acompanhe respostas e movimentações na jornada. Compare com o histórico e considere outras mudanças: prazos, condições comerciais e ações da própria instituição. Um candidato que avançou após a campanha não comprova que o envio foi a única causa.

O ganho prático está em decidir melhor o próximo trabalho da equipe. Repita a análise, documente o que foi feito e use os resultados para revisar a hipótese inicial.